Solidariedade Ma vai realizar 1º Encontro de Mulheres

1º ENCONTRO DA MULHER SOLIDARIEDADE MA

O Solidariedade Maranhão, sob a organização das Secretarias da Mulher, da Pessoa com Deficiência, da Juventude e do Idoso, realiza na quarta-feira (25), o 1º Encontro de Mulheres do Partido Solidariedade no Maranhão, no Auditório Gervásio Santos (Plenarinho), na Assembleia Legislativa, em São Luís.

 A defesa do protagonismo feminino constitui uma das bandeiras de luta do partido. A promoção de reuniões partidárias visa o encontro de ideias e o transcurso de percalços que dificultam a efetivação da democracia plena com a pouca participação da mulher na política.

O encontro irá reunir diversos nomes do partido nas esferas estadual e nacional, como o presidente da legenda, Simplício Araújo, a deputada estadual Helena Duailibe, os deputados Fernando Pessoa e Rildo Amaral, além da Secretaria Nacional da Mulher do Solidariedade, Eunice Cabral e a Assessoria Jurídica do Solidariedade Mulher, Denise Neri.

Durante o evento, que vai promover palestras de temas como Violência de gênero na política, Autonomia das mulheres jovens e suas possibilidades de inserção na política e no mercado de trabalho, empoderamento da mulher com deficiência no Maranhão e o direito a igualdade, entre outros temas. Haverá ainda, homenagem a mulheres que se destacaram no estado, em diversas áreas.

“Uma das bandeiras do Solidariedade, é a valorização da mulher. Precisamos fortalecer a luta delas pela igualdade em todas as esferas da sociedade, e esse evento reforça nossa luta”, frisou o presidente do Solidariedade Maranhão, Simplício Araújo.

As conquistas contribuíram para melhorar a representação política feminina no Brasil, mas a mulher continua numa condição de sub-representação quando nos deparamos com o restante da realidade social. As mulheres são 52,134% do eleitorado, têm um nível de escolaridade superior ao dos homens e já se observa uma queda no índice de analfabetismo; são 50,1% da população economicamente ativa, mas ainda recebem 72% do salário dos homens. Elas chefiam 37,4% das famílias brasileiras e a média de filhos é de 1,77%.

Apesar das mulheres representarem a maioria do colégio eleitoral brasileiro após 82 anos da conquista do voto, existem fatos que dificultam uma maior participação feminina nas instâncias do poder, pois ainda persiste a ideia de que o espaço de atuação da mulher é o lar e não a política; a mulher enfrenta dificuldades de conciliação entre a vida doméstica e a política; e a sente falta de apoio financeiro nas candidaturas.